fbpx

Travessia CACD

Que tal entender a preparação para o CACD e construir sua estratégia de estudo com a ajuda do mais respeitado orientador pedagógico?

O professor e orientador Marcello Bolzan , baseado em sua experiência de mais de uma década na construção da metodologia de preparação ao CACD mais reconhecida pela maioria dos (as) recentes diplomatas aprovados (as), criou um projeto GRATUITO para lhe ajudar a entender os melhores caminhos para a sua “travessia” rumo à aprovação no concurso à carreira diplomática.

Conheça o projeto abaixo e veja como participar desse “barco”!

Como funciona?

Você preenche os dados no início dessa página e , se sua inscrição estiver entre as primeiras, você receberá um e-mail contendo um formulário detalhado que lhe pedirá as informações necessárias para que o professor Marcello Bolzan possa lhe incluir em um dos “barcos” do programa Travessia CACD.

Em até 48 horas, você será incluído (a) em um grupo de WhatsApp em que estará o professor Marcello Bolzan e outras 14 pessoas que comporão o seu barco na travessia. Você receberá instruções e o cronograma de atividades semanais que estabelecerão a sua “Carta de Navegação”.

Lembre-se de que os objetivos finais encontrados no destino desse barco são:

1) Construção da ESTRATÉGIA individual de estudo,
2) Definição do melhor MÉTODO  e
3) Construção da dinâmica de ESTUDO ideal para você.

A viagem em cada barco possui duração de 3 meses

QUER NAVEGAR COM A GENTE?

É bem simples ser tripulante no projeto TRAVESSIA CACD. Nós anunciamos novos barcos constantemente.

Basta seguir o IDEG nas redes sociais. Sempre soamos o apito da partida por lá.

Acompanhe no Instagram (@cursoideg) ou no Facebook (IDEG)

Atenção: NÃO há lista de espera no projeto TRAVESSIA CACD. Portanto, você deve se inscrever NOVAMENTE a cada barco lançado!

Depoimentos

“Conheço o Marcello Bolzan desde o começo do IDEG em São Paulo e a ajuda dele foi além das aulas de economia. O conhecimento do professor sobre prova e a orientação sobre planejamento para os estudos do CACD, tanto financeiro quanto temporal, são importantes para evitar que ocorra a descapitalização precoce do candidato e este não consiga custear seus estudos nas fases avançadas. É essencial a seletividade dos gastos em todo processo de preparação para o CACD, algo que vai além de gastos monetários, pois o tempo perdido em escolhas equivocadas ou em cursos não devidamente aproveitados também deve ser considerado. Quem me ensinou isso foi o Bolzan.”

 

Henrique Kawanami – Aluno do IDEG

“Já fiz diversos cursos do IDEG, tanto aqueles preparatórios para a primeira fase do CACD quanto os direcionados para as provas discursivas. Em todos, tive o apoio dos professores, sempre muito competentes e acessíveis. Quando soube da proposta de orientação pedagógica, sob curadoria do professor Marcello Bolzan, alguns pontos me chamaram a atenção: a busca de um planejamento completo e pragmático e a sinceridade com os candidatos. A preparação para o CACD envolve diferentes habilidades e uma delas é saber se preparar para cada etapa do concurso. Assim, considero a orientação pedagógica um recurso extramente útil e uma ferramenta que pode poupar tempo e dinheiro dos alunos.”

Pietra Nabarrete – Aluna do IDEG

Veja a linda mensagem de um querido amigo, Bruno Rolim, aprovado no CACD 2019

Aos que começam, o CACD é uma batalha que não tende a ser resolvida em curto prazo. Há a necessidade de preparar-se para um aprendizado extenso e prudente, sem colocar a prova em um pedestal, tampouco caindo no erro do menosprezo. A quem está no meio da caminhada, a batalha já começou, é hora de aprender com os erros cometidos, aplicar o conceito de resiliência, não apenas levantando-se e seguindo, mas modificando posturas e atitudes que prejudicaram desempenhos pretéritos. E, finalmente, aos que bateram na trave, sei bem o que estão vivendo, foi o que passei em 2018. É uma sensação terrível, muito pior do que ter ficado distante da aprovação; por outro lado, saibam que o êxito definitivo está muito próximo, e dependerá apenas de vocês, pois detalhes os separam da vaga. É continuar, sem desanimar jamais.

Além de contribuir com o aporte de conteúdo, trago do IDEG a amizade e o companheirismo de professores que, hoje, são amigos – e de amigos que viraram professores, por outro lado. A aprovação não deriva apenas do que você estuda, deriva do que você sabe fazer com o que estuda, e do que você é capaz de aprender com e ensinar àqueles que o rodeiam.

Bruno Rolim
Ex-aluno e Diplomata

O que motivou a criação do projeto Travessia CACD?

“Acima de tudo a vontade infinita de ensinar e orientar. Porém, algo tem me chamado a atenção nesse mundo da preparação ao CACD. Recentemente, há uma proliferação de pessoas tomando para si a autoridade e a competência na orientação sem sequer conhecer minimamente as demandas reais da prova.

Coachings, Mentorings, Métodos e Cursos sem qualidade comprovada são vendidos de forma indiscriminada. Aqueles (as) candidatos (as) que estão começando seus estudos e não possuem pleno conhecimento da realidade da prova acabam perdendo dinheiro e – o que é muito pior – tempo ao “embarcarem” em aventuras que foram “imaginadas” por alguém que não possui autoridade real para orientar.

A experiência de mais de uma década de dedicação diária e exclusiva à preparação ao CACD e minha consciência honesta como Coordenador, Professor e Orientador jamais poderia me deixar calado. E, assim, nasceu o programa Travessia CACD.”

Um pouco mais sobre o professor Marcello Bolzan

Começou sua experiência docente em salas de cursinhos preparatórios para provas de vestibulares há 19 anos. Porém, logo percebeu que sua vocação o levaria definitivamente à docência dedicada à preparação aos concursos públicos.

Atuou na preparação aos concursos da Adm. Pública Direta e Indireta para as esferas federal, estadual e municipal. Lecionou para concursos nas áreas da fiscalização, da gestão pública, jurídica, bancária, da segurança, carreiras militares e da saúde. Teve a oportunidade de trabalhar em mais 40 cursos preparatórios espalhados por 18 estados brasileiros. Publicou o livro “Macroeconomia” que esgotou sua tiragem após a venda de 20.000 exemplares.

Em 2006, foi procurado por um grupo de quatro candidatos ao CACD que buscavam conhecimentos em Economia. Em uma sala emprestada pelo curso Gabarito no Rio de Janeiro, foi iniciado um trabalho embrionário de aulas para a carreira diplomática. A logística ainda era bastante complicada porque as aulas ocorriam no Rio de Janeiro e o docente residia em São Paulo naquele momento. Para a felicidade do professor, um dos quatro alunos fora aprovado em 2008.

Nesse momento inicial, um fato se faz importante: mesmo em face às adversidades, a semente motivadora da carreira diplomática estava plantada. Seria impossível para o professor fugir de tão fascinante preparação.

Pequenos grupos foram chegando, o professor aprofundou a construção das aulas e após alguns anos lecionando para turmas particulares menores, Marcello Bolzan resolveu direcionar a carreira da preparação à área que mais lhe cativava: a diplomacia. A princípio trabalhou aulas em cursos já estabelecidos no mercado da preparação ao CACD.

Em pouco tempo, ficou claro que a metodologia aplicada pelos cursinhos à época não espelhava às demandas da prova. E esse momento é tão importante para o professor Marcello Bolzan quanto aquele em que as aulas particulares se iniciaram. Afinal, para uma boa preparação ao CACD, não bastaria apenas uma excelente aula, mas sim, seria fundamental repensar e recriar todo o método de ensino.

Aquele professor antigo e experiente do mundo dos concursos passa a dividir o tempo com o coordenador e formulador de uma proposta pedagógica inédita aos cursos preparatórios ao CACD até aquele momento. E, então, nasce não apenas a proposta que mudou todo o contexto da preparação – inclusive, forçando outros cursos e professores a se adaptarem à nova realidade -, como também é criada a escola de preparação de referência de nome IDEG.

A criação de tal metodologia reconhecida e utilizada por mais de 95% dos (as) diplomatas aprovados (as) nos CACDs entre 2015 e 2019 se apoia em três pilares básicos: Qualidade docente extrema, Metodologia construída a partir das demandas da prova e Acolhimento completo do (a) aluno (a) para a customização da preparação.

Marcello Bolzan, mais do que um dos maiores conhecedores da prova, é considerado uma das mais respeitadas e importantes pessoas no mundo da preparação ao CACD. Dedica-se integralmente às aulas e à formulação pedagógica para a prova do Instituto Rio Branco. Como ele próprio diz: “há uma década e meia durmo e acordo pensando em CACD”. De suas mãos saíram não apenas mudanças profundas na forma de se entender o estudo rigoroso à carreira diplomática que influenciaram a geração atual de cursos, professores e alunos, mas, também, foram forjados muitos dos principais professores e orientadores que hoje trabalham em diversos meios que cumprem suas funções na preparação ao CACD.

Um coordenador pedagógico com pensamento ativo, visionário e extremamente eficaz na construção do método. Um professor guiado pela prova, experiente e reconhecido. O resultado? Um orientação completa, de visão técnica do professor somada ao método perfeito do coordenador.

Está começando a estudar para o CACD?

Conheça a história da preparação contada pelo prof.: Luigi Bonafé.

Quase dez anos atrás, eu dava aula no maior cursinho do mercado de preparação para o CACD à época. Era quase um monopólio. Por isso mesmo, todos os outros cursinhos seguiam mais ou menos o mesmo padrão de preços, modalidades de cursos e carga horária. Era aquela coisa de condensar em vinte e poucas aulas de 1h30 tudo o que caía de mais importante no concurso.

Não dava tempo, é claro. Mas aí, depois do curso “regular”, vendia-se um “avançado”. Que também não era suficiente, porque tinha a mesma carga horária reduzida. Então, para os poucos felizardos que conseguiam chegar às fases finais do concurso antes de falir, tinha ainda um tipo de turma exclusiva: franqueada apenas a uns poucos felizardos, era vendida como a cereja do bolo da preparação. Ali supostamente aprendiam-se os (também supostos) segredos não apenas do que escrever, mas sobretudo de COMO escrever.

Era como se houvesse uma fórmula secreta, uma maneira de articular as palavras de modo tão (supostamente) eficaz que dava até pra gabaritar uma questão discursiva sem dominar o conteúdo. Bastava saber escrever “como diplomata”, aparentando erudição e citando os nomes certos nos momentos certos. Tipo um pó de pirlimpimpim. Era caro, mas no final do arco-íris tinha um pote de ouro. Um não, vários: vendia-se o sonho da felicidade garantida a cada nova lotação no exterior. Mais importante que isso: vendia-se um sonho, pintado como impossível, mas que agora se podia realizar por meio de um milagre que só os iniciados conheciam.

Não era um modelo pedagógico original – se é que poderia ser classificado de “pedagógico”. Tudo, da estrutura das aulas até as estratégias de marketing, fora mimetizado de um famoso cursinho pré-vestibular, de onde copiavam-se, na cara dura e nos mínimos detalhes, as práticas monopolistas “masterizadas” ao extremo. A principal delas consistia em dar “de graça”, às vésperas das provas discursivas das fases finais do concurso, “bolsas” que ninguém precisava pedir. O próprio cursinho tinha uma equipe especializada em identificar e recrutar os melhores alunos de todos os cursinhos concorrentes, de todos os outros estados. Mas, como todos nós viríamos a aprender com o Google, se o serviço é “gratuito”, o preço é você. Depois de aprovados, todos (mesmo aqueles formados em outros cursinhos e recrutados apenas nas semanas finais antes da última prova) engrossavam a estatística de aprovação que o cursinho martelava durante todo o ano seguinte, atraindo incautos dispostos a pagar uma fortuna pelo milagre prometido. Era tão caro que compensava todo o prejuízo das bolsas não solicitadas e ainda financiava os 2 anos seguintes.

Aí veio a realidade: acabou a era das 100 vagas. A competição aumentou, a qualidade dos candidatos também, o nível de cobrança da prova idem.

O concurso para diplomata profissionalizou-se, ainda que a passos de cágado.

E, vagarosamente, foi começando a ganhar espaço um tipo de curso esquisito: numa salinha minúscula e de infraestrutura precária, sem quase nenhuma propaganda (além do velho boca a boca), com professores formados pelo próprio coordenador, com aulas de 3 horas, nome pouco usual no mundo da preparação ao CACD e o triplo da carga horária, mas por 1/3 do preço… e sem seguir nenhum “padrão” estabelecido no mercado. Minha primeira impressão foi de que nem sequer sabiam o que estavam fazendo.

Mas, pouco a pouco, cada vez mais alunos começaram a fazer aulas nos dois cursos. Ou seja, as pessoas que já gastavam muito dinheiro pagando um cursinho caro começaram a gastar um pouco mais de dinheiro para fazer também o cursinho comparativamente “barato”. Era o IDEG (sigla cujo significado eu ignorei por muito tempo…).

Anos depois o Bolzan me chamou pra conversar. Antes de falar de salário, ele me apresentou o que chamava pomposamente de “proposta pedagógica”. Aquilo tinha cheiro de naftalina, porque me remetia a aulas via de regra medíocres que eu tive na licenciatura. Desdenhei. Mas me deixei escutar por 30 minutos. E fez TODO o sentido.

Comecei a conversar com alunos que tinham frequentado aulas nos dois cursos. Os relatos eram unânimes: de fato, havia ali cursos verdadeiramente estruturados a partir de algo digno de ser alcunhado de proposta pedagógica. E que a cada ano vinha mostrando ser mais eficiente na preparação de aspirantes a diplomata – apesar de as estatísticas do cursinho monopolista projetarem uma enorme sombra em cima do fenômeno.

Passaram-se mais 5 anos e os números comprovaram de forma cabal: sem recrutar candidatos “prontos” para dar algumas poucas aulas “de graça” em troca de estatísticas, os cursos extensivos de formação teórica do IDEG consolidaram um novo padrão de mercado. São aulas que somam algo em torno de 110 horas, ao fim das quais algumas várias “gerações” de aprovados sentiram-se preparados para seguir adiante, porque tomaram pé de todos os conteúdos do Edital sem correria, sem enganação e sem milagres.