#maisumAdiplomata

Se você é mulher e está se preparando para ser uma diplomata, saiba que você não está sozinha!

No Brasil, as mulheres representam mais da metade da população brasileira (conforme IBGE), no entanto, a participação da mulher nas instituições públicas e nos cargos de chefia, ainda está muito aquém da representatividade que deveria existir. Especificamente na diplomacia, elas estão beirando apenas 23% de participação (Agencia Brasil).

Diante deste cenário, tanto o MRE, como mulheres diplomatas ativas, resolveram se juntar em prol das candidatas, a fim de encorajá-las e apoia-las nesta preparação.

De acordo com o MRE em suas redes sociais,

“O Itamaraty tem firme compromisso de tornar-se cada vez mais diverso e representativo da sociedade brasileira. A fim de promover o ingresso de mulheres na carreira diplomática, o Ministério das Relações Exteriores lança a campanha #maismulheresdiplomatas”

Aqui no IDEG, que preparamos alunos(as) há mais de 10 anos para ingressar na carreira diplomática, recebemos frequentemente demandas de mulheres (mães, solteiras, casadas, entre muitas outras) que procuram apoio tanto financeiro quanto pedagógico para sua preparação.

Apoiando a iniciativa Mais Mulheres Diplomatas, o IDEG criou um programa específico de apoio às mulheres, o Mais Uma Diplomata. Esse programa envolve tanto apoio financeiro quanto pedagógico.

A diplomacia é tradicionalmente dominada por homens, brancos e de classe média-alta. As mulheres que pretendem ingressar na carreira diplomática se deparam com barreiras sociais, econômicas, e até morais.

Sociais porque muitas carreiras ainda são de difícil acesso para as mulheres por serem consideradas “dos homens”, em especial as funções de governança e liderança, principalmente no serviço público. Econômicas porque em uma sociedade na qual a concentração de renda é alta, na qual os principais cargos, e portanto os maiores salários, são reservados aos homens, e os salários pagos as mulheres são comprovadamente menores, as mulheres são as mais afetadas. E por fim, morais porque aos homens é geralmente reservado o espaço de “estudar”, e de se “dedicarem” à carreira, muitas vezes por longos anos sem nenhum tipo de cobrança externas. Às mulheres, em sua maioria, são direcionadas as cobranças em relação à família, filhos, casa e vida social.

Eu recebo diariamente contato de mulheres que solicitam ajuda para continuarem a estudar para o CACD. Ajuda para organizar o planejamento de estudos; em relação aos cursos a fazerem; ajuda em relação a questões pessoais como por exemplo como lidar como por exemplo como conciliar o CACD e os filhos; ajuda para lidar com os imprevistos financeiros diversos; dentre muitas outras demandas.

Foi a partir da demanda destas mulheres que resolvemos oficializar a ajuda, que já fornecemos `as candidatas que nos procuram, para outras que tenham interesse possam também nos procurar.

Mariana Jardim

Coordenadora Pedagógica

O que o programa #maisumAdiplomata oferece?

Apoio pedagógico

Nossa ajuda pedagógica

Disponibilizamos o atendimento pedagógico gratuito para entender suas demandas e melhorar sua preparação.

Conteúdo & Aprofundamento

Conteúdo & Aprofundamento

Curadoria de contéudo específica para aumentar as chances de aprofundamento de estudo;

Apoio financeiro

Apoio financeiro

Apoio financeiro específico à cada candidata. Conte-nos sua história e juntos chegaremos a uma forma viável de preparação;

Grupo de Whatsapp

Grupo de Whatsapp

Grupo de Whatsapp para troca de informação e apoio mútuo entre mulheres que estão se preparando ao CACD. Traga suas experiências.

kenia